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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Zona oeste lidera em lançamento de 'offices'

De São Paulo

Com bairros pacatos e residenciais, a zona oeste de São Paulo liderou o ranking da construção de edifícios comerciais no último ano. Cerca de 40% dos lançamentos empresariais nesta segunda-feira se concentram em bairros como Pinheiros, Barra Funda, Perdizes, Pompeia e Vila Leopoldina. Os números são do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), com dados da base da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). O período analisado é de setembro de 2011 a agosto deste ano.

Os "offices" se proliferam pela metrópole - Vitrine Offices, La Place Office, Perdizes Prime Office, Villa Offices, Soho Office, Upper Office. Foram 2.912 unidades comerciais lançadas na região, ante 2,1 mil na zona sul, que concentra áreas "business", como a região da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini e da Brigadeiro Faria Lima.

Comodidade 
Além da mudança urbanística nos bairros da região, que ganham mix maior de emprego e moradia, especialistas apontam para um fator comportamental: a procura cada vez maior pelo trabalho perto de casa. Para quem é dono do próprio negócio, consultório ou escritório, ter a opção de não se deslocar por São Paulo é um atrativo.

"Essa é uma tendência muito forte em uma cidade como São Paulo, onde o transporte público é deficitário. A ideia é se deslocar usando minimamente o carro", diz o urbanista Luiz Guilherme Rivera de Castro, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie.

Moradora de Perdizes, a advogada Magda Muniz, de 59 anos, recentemente comprou duas salas comerciais no empreendimento La Place Office Perdizes. Pretende levar uma vida mais saudável e aposentar o carro. "Vou poder trabalhar a menos de seis quarteirões da minha casa. São dez minutos a pé", conta. "Era algo que faltava no bairro."

No limite 
O lançamento de empreendimentos comerciais na zona oeste também tem a ver com o fato de muitos bairros já terem chegado a um limite de verticalização e, por lei, não poderem mais abrigar prédios residenciais. Na Vila Leopoldina e na Lapa, as construtoras usaram quase todo o estoque.

"Em algumas regiões, não se consegue melhorar o aproveitamento do terreno com prédio residencial, mas tem potencial construtivo para empresariais", conta Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

O diretor da Embraesp Luiz Paulo Pompéia diz que há superoferta de residenciais na cidade - enquanto eles não são vendidos, aposta-se nos comerciais até em áreas antes menos exploradas por essa categoria, como na zona oeste. "Lançou-se muito no ramo residencial entre 2010 e 2011, agora é preciso tempo para escoar", explica. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo / Agência Estado

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Investidor prevê mais dois anos difíceis para o Brasil

Por Álvaro Campos

O bilionário investidor do setor imobiliário dos EUA Sam Zell afirmou nesta terça-feira que o Brasil ainda enfrentará mais dois anos desafiadores, enquanto a economia global caminha em direção à recessão novamente. Mesmo assim, ele acredita que o País ainda tem boas oportunidades imobiliárias, especialmente fora das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.


Durante evento no 12º Congresso Internacional de Shopping Centers e Conferência das Américas, na capital paulista, Zell disse acreditar que o mundo está lentamente voltando para a recessão. "Os próximos dois anos serão difíceis e desafiadores para o Brasil e outros mercados emergentes. Mas, daqui a 10 anos, o Brasil será uma das maiores potências do mundo".

A economia brasileira está crescendo muito lentamente desde o fim do ano passado. Analistas acreditam que o PIB do País avançará apenas 1,5% este ano, após a expansão de 2,7% em 2011. E os problemas levaram a diversas mudanças nas políticas econômicas, o que alguns analistas consideram prejudicial. "Do que o Brasil precisa é consistência e previsibilidade", comentou Zell.

Em relação ao mercado imobiliário, Zell afirmou que os preços dos imóveis continuam altos nas capitais paulista e fluminense. "Dá para comprar o mesmo imóvel em Miami por 70% do que custa em São Paulo e no Rio de Janeiro." Mas ele acrescentou que está muito interessado em áreas fora dessas duas regiões metropolitanas - sem especificar quais são.

Ainda na América Latina, Zell disse que as melhores oportunidades de investimento estão na Colômbia e no México. O investidor comentou também que seu interesse pela Rússia está sendo renovado, mas descartou o restante da Europa. "Por que alguém investiria um centavo lá?", ironizou. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Nova estrada deve aliviar tráfego local no litoral norte

Por Artur Rodrigues e Bruno Ribeiro

Governo quer transformar o Contorno Sul em via expressa para São Sebastião; Cetesb sugere 59 ações para reduzir impactos ambientais


Divulgacão: Dersa.

O governo do Estado de São Paulo obteve licença do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) para construir o Contorno Sul de Caraguatatuba e São Sebastião da Rodovia dos Tamoios. Trata-se de um trecho de 30,8 quilômetros que liga a Tamoios (SP-099), em Caraguatatuba, à Rodovia Doutor Manoel Hipólito do Rego, a Rio-Santos (SP-055), na altura do Porto de São Sebastião.

A licença era a barreira que faltava para a empresa estadual Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) dar andamento à obra. Existia uma grande polêmica sobre o impacto dos trabalhos, uma vez que o traçado passará por cima de uma extensa área virgem de Mata Atlântica no Estado. A Prefeitura de São Sebastião criticou a concessão da licença e o secretário de Meio Ambiente do município, Eduardo Hipólito Rego, afirmou que ela foi obtida com a avaliação de critérios "mais econômicos do que ambientais".

A construção do contorno possibilitará que o trecho da Rio-Santos entre São Sebastião e Caraguatatuba seja usado apenas para o tráfego local, enquanto o novo trecho funcionará como uma via expressa. "Aquele trecho rende um congestionamento famoso em época de temporada. A obra cria um contorno viário para essa parte", diz o diretor-presidente da Dersa, Laurence Casagrande Lourenço. O órgão também espera que a rodovia ajude a diminuir o índice de acidentes na área.

Em três anos. A construção, em formato de arco, terá 31 viadutos, 5 pontes e 4 túneis. A obra está estimada em R$ 1,6 bilhão. Para que os trabalhos comecem, ainda é necessário fazer o projeto executivo e a licitação. A estimativa da Dersa é de que as obras sejam iniciadas em março do ano que vem e fiquem prontas em três anos.

O Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) foram protocolados em janeiro de 2010. O estudo foi discutido e ficou disponível na internet. Após as discussões, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) elaborou o parecer de viabilidade, aprovado nesta quarta-feira, 15. Mesmo assim, o Contorno Sul é criticado por ambientalistas.

Impacto. O parecer da Cetesb determina 59 ações que o governo do Estado terá de adotar para mitigar os impactos ambientais que a obra trará. Entre as exigências estão serviços de reflorestamento e de monitoramento ambiental das áreas afetadas indiretamente pela construção das pistas. São, ao todo, 14 programas ambientais.

O presidente da Dersa rebate os argumentos de desmatamento. "A rodovia foi planejada para ter baixíssimo impacto ambiental", afirma. Lourenço argumenta que, como se trata de uma via expressa, o contorno servirá como barreira natural para a expansão da ocupação que já ocorre no Parque Estadual da Serra do Mar.

O governo também afirma que haverá ganho econômico, pois essa infraestrutura servirá ao Porto de São Sebastião. A ligação deve amenizar o impacto no trânsito da possível ampliação do terminal, que aguarda licenciamento ambiental pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). "Hoje, os caminhões que vão levar produtos passam por dentro de São Sebastião e Caraguá e têm uma série de restrições, de horários para passar. Isso atrapalha o funcionamento do porto."

Lourenço afirma que o contorno também permitirá a construção de um retroporto - onde serão armazenados produtos e haverá logística de transporte - em Caraguatatuba. "São Sebastião não tem área para a construção do retroporto. Com ele, a capacidade operacional do Porto de São Sebastião será maior."

Norte. A Dersa aguarda agora o licenciamento ambiental do Contorno Norte de Caraguatatuba. A intervenção viária terá sete quilômetros e um túnel de 400 metros. O estudo de impacto ambiental da obra foi protocolado em 29 de dezembro de 2001 e teve audiência pública realizada em 5 de junho deste ano.


Será o maior desmatamento da história’, diz prefeitura

A Prefeitura de São Sebastião classifica a construção do Contorno Sul como o "maior desmatamento da história" na Mata Atlântica do litoral norte e afirma que a licença emitida para a construção das pistas obedeceu a critérios "mais econômicos do que ambientais", segundo afirma o secretário do Meio Ambiente da cidade, Eduardo Hipólito Rego.

A área total a ser desmatada chega a 370 mil metros quadrados - espaço equivalente ao dos Parques da Independência e da Aclimação, ambos na zona sul da capital, juntos. Para o secretário, há duas questões "graves" que deveriam ser mais analisadas, sendo a primeira o próprio desmatamento. "A região afetada tem locais de Mata Atlântica nativa preservados, cachoeiras, nascentes. A área de Caraguatatuba é mais plana, mas em São Sebastião será preciso fazer cortes na serra, algo irreparável", afirma. Nessa área, ainda segundo o secretário, há pastos e moradias.

Essas moradias estão relacionadas ao segundo ponto discutível, segundo a prefeitura de São Sebastião: a questão social. "Será preciso deslocar 5 mil pessoas", diz o secretário. Ele afirma que o problema é que não há outras áreas nas cidades para receber esses moradores, que já viviam em lugares invadidos, nem certeza se eles permanecerão na região. "Sem contar a questão da especulação imobiliária. As áreas por onde vai passar a pista estão registrando crescimento de 7% a 10% ao ano. São novas ocupações ilegais, movidas pela grilagem, na esperança de que, quando houver os deslocamentos, as pessoas consigam moradia", diz ele.

Rego diz que a Prefeitura tentou alterar o traçado da obra durante as audiências públicas obrigatórias (que fazem parte do processo de licenciamento ambiental), mas não conseguiu. A administração municipal pedia mais áreas subterrâneas, como túneis sob a serra. "Nenhum dos nossos questionamentos foi atendido", reclama o secretário. "O que prevaleceu foram os aspectos econômicos para a construção da obra, mas não é possível colocar preço na mata. Quanto vale a área que será desmatada?"

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Construção civil dá sinais de desaceleração


Por: Daniela Amorim



Os reajustes salariais dos trabalhadores da construção civil este ano estão menores do que os registrados em 2011, sinal de tendência de desaquecimento do emprego no setor. A mão de obra subindo menos já desacelera a inflação da construção, medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em junho, no Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna, o INCC apontou uma alta acumulada de 7,04%, enquanto a taxa vinha rodando a 8% em meses anteriores, ressaltou Salomão Quadros, coordenador de Análises Econômicas da FGV.

"Isso está acontecendo num momento em que a construção mostra uma certa exaustão. O setor tem dado indicações de que anda um pouco mais devagar. Os empresários estão menos otimistas, a demanda mais retraída, e o crédito ficou menos favorável do que antes. O resultado é que se contrata menos e os reajustes dos trabalhadores não são mais tão altos", afirmou Quadros.

O reajuste salarial da categoria em São Paulo este ano foi de 7,47%, contra um aumento de 9,75% em 2011. Brasília também teve aumento menor este ano, de 9,75%, ante 15,81% em 2011. Em Salvador, os empregados da construção receberam reajuste de 9%, após um aumento de 10,23% no ano passado.

"O comportamento, de um modo geral, é de desaceleração. Em 2012, o aumento salarial está predominantemente menor do que em 2011", disse Quadros. "Não sei se isso levará a uma redução de um ponto porcentual na inflação da construção, mas tranquilamente ela vai fechar abaixo do que fechou em 2011 (7,49%)". Na passagem de abril para maio, a atividade de construção dispensou 55 mil trabalhadores, um recuo de 2,9% na população ocupada no setor, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: O Estado de São Paulo




quarta-feira, 27 de junho de 2012

Analistas rebatem o BIS e dizem que não há risco de bolha imobiliária


Ricardo Leopoldo, da Agência Estado

Banco de Compensações Internacionais avalia que existe um boom de imóveis no País, com o risco de repetir um estouro com repercussões muito negativas sobre a economia

SÃO PAULO - O Brasil não corre nenhum risco de registrar uma bolha do setor imobiliário no curto e médio prazos, ponderaram economistas ouvidos pela Agência Estado. A análise é um contraponto crítico em relação à avaliação do Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), divulgada neste fim de semana na Basileia (Suíça), de que existe um boom de imóveis no País com o risco de repetir um estouro com repercussões muito negativas sobre a economia, como ocorreu nos Estados Unidos, Espanha e Irlanda. Segundo esses especialistas, o alto déficit habitacional nacional, as regulações que reduzem os riscos para a concessão de crédito e o robusto sistema financeiro, com fiscalização centralizada pelo Banco Central (BC), são os principais fatores que dão tranquilidade para apontar que o Brasil não tem esse problema no horizonte.


De acordo com Amarylis Romano, sócia da Tendências, o que caracteriza uma bolha imobiliária é a "valorização excessiva de propriedades motivada por compra especulativa". Segundo ela, esse não é o caso do Brasil. "Há um déficit no número de residências no País muito grande, que varia de 4,5 milhões a 7,5 milhões de residências. Portanto, há uma demanda vigorosa de imóveis para moradia, o que não significa especulação", destacou.

Amarylis aponta também que no Brasil o volume de crédito concedido para o setor habitacional, como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), é muito baixo, pois está em 5%, enquanto chega a 11% no México, 19% no Chile, 81% nos EUA e 106% na Holanda. "Há um espaço grande para expansão de financiamentos para esse segmento produtivo sem provocar nenhuma dificuldade para o sistema financeiro nacional", afirmou.

Para Rafael Bistafa, economista da Rosenberg, a vigorosa expansão dos preços dos imóveis ocorrida nos últimos anos nas principais capitais do País, como São Paulo e Rio de Janeiro, faz parte de um processo de melhora das condições macroeconômicas do País propiciada por crescimento do PIB, inflação sob controle, baixo desemprego e aumento substancial da renda da população.

"Contudo, tudo isso ocorre porque há uma carência por imóveis muito grande no Brasil. Pode até haver algum movimento pontual de especulação por algumas pessoas, que compram imóveis como forma de investimento ou proteção de patrimônio, mas isso não chega a indicar que há uma bolha de imóveis no Brasil", afirmou.

Na avaliação de Bistafa, mudanças microeconômicas no País que ocorreram a partir de 2003, como a adoção do patrimônio de afetação, ajudaram a elevar as garantias para os agentes financiadores de que não serão afetados por um movimento grande de inadimplência de compradores de imóveis. Além disso, ele aponta que os bancos no Brasil são muito sólidos e bem cautelosos na liberação de crédito.

"Um outro fator importante é que no País a supervisão e a fiscalização do Banco Central sobre toda a atividade dos bancos, inclusive a relativa à área habitacional, diminuem muito os riscos de ocorrer qualquer movimento de bolha nesse segmento no País", disse Bistafa.

Em alguns países que enfrentaram problemas no setor não havia este tipo de análise vigorosa de órgãos regulatórios. Na Espanha, o sistema financeiro precisou de pacote de socorro emergencial de 100 bilhões de euros para evitar o surgimento de risco sistêmico, dado que a forte exposição daquelas instituições a ativos de recuperação difícil na área imobiliária chegaria a cerca de 180 bilhões de euros, apontam analistas internacionais.

"No caso do Brasil, as condições dos bancos são muito favoráveis e o BC tem controle absoluto sobre a supervisão de suas ações", ressaltou Bistafa.

Fonte: Estado de SP

quinta-feira, 29 de março de 2012

Mercado de imóveis deve crescer no ritmo do PIB

Roberta Scrivano e Fernanda Guimarães

O crescimento do mercado imobiliário deve, a partir deste ano, ser bem próximo à expansão da economia. Para o presidente do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Cláudio Bernardes, em 2012 o volume de vendas será entre 3,5% e 4% maior que o registrado em 2011. "E essa é uma tendência. Cada vez mais a variação do mercado ficará próxima do desempenho do PIB (Produto Interno Bruto)", disse Bernardes, que participou ontem da cerimônia de entrega do prêmio Top Imobiliário, ontem, em São Paulo.

Se depender do financiamento da Caixa, a demanda por novos imóveis não vai esfriar, já que a oferta de crédito vai crescer neste ano. Segundo Paulo José Galli, superintendente regional da Caixa, o banco trabalha para tentar superar a estimativa de volume de crédito contratado para este ano - inicialmente projetada em R$ 90 bilhões, crescimento de 12% em relação a 2011.

Bernardes, do Secovi, salientou, no entanto, que o forte ritmo de crescimento nas vendas imobiliárias registrado nos últimos cinco anos não é sustentável. "É óbvio que uma acomodação ocorrerá", frisou. Marcos Vinicius Vaz Bonini, diretor de expansão, marketing e relacionamento da Comgás, concorda com o presidente do Secovi-SP. O executivo disse que, em 2011, dos 110 mil novos clientes da Comgás, metade veio de novos imóveis.

A escassez de terreno na capital paulista e a falta de mão de obra qualificada, por sua vez, são preocupações das construtoras. Ernesto Zarzur, presidente da EZTec e vencedor do Top Imobiliário na categoria Personalidade do Ano, disse que qualificar os funcionário é rotina em sua empresa. "Não encontramos ninguém pronto para começar", disse. "Temos na EZTec uma verdadeira escola que alfabetiza e treina, na própria obra, o funcionário para as funções que temos necessidade", acrescentou.A procura por terrenos na Grande São Paulo é outra atividade que tornou-se rotineira na EZTec. "Aqui na capital tem sido cada vez mais difícil", admitiu Zarzur.

Fonte: Agência Estado